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domingo, 18 de dezembro de 2011

Vamos festejar mais um natal, e o novo ano com música!

    Gente mais um ano se passou, e devemos festejar o natal, e o ano novo de que forma, com muito  champagne e fogos? Mais esse tradicional ritual por assim dizendo, quase não tem músicas de paz, talvés pq não seja o estilo que agente goste, mais devemos fazer isso pq somos obrigados? Não!
    Mais digo isso pra que não esquecemos de que DEUS deve ser celebrado seja com, dança, música dentre outros tipos de louvor, á qualquer hora e em qualquer lugar, mas não se esqueça que mesmo na presença de amigos ou de estranhos, louve a ele!
 Mensagens De Alegria Você.


"Para sonhar um ano novo que mereça este nome,
você,
meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo,
eu sei que não é fácil, mas tente, 
experimente, 
consciente. 
É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre."
(Carlos Drummond de Andrade)




"Nenhum ano será realmente novo se continuarmos a cometer os mesmos erros dos anos velhos." 
(Arthur Rodriguês)


"Festejar, comemorar, 
comer e beber bastante nas festas de final de ano não é o que engorda, 
o que realmente engorda não é o que comemos entre o Natal e o Ano Novo, 
e sim, aquilo que comemos entre o Ano Novo e o Natal." 
(Autor desconhecido)


 "Nós abriremos o livro. 
Suas páginas estão em branco. 
Nós vamos pôr palavras nele. 
O livro chama-se Oportunidade e seu primeiro capítulo é o Dia de ano novo." 
(Edith Lovejoy Pierce)


"Seja feliz corra para a rua, 
e festeje a chegada de um ano,
de oportunidade"
(Arthur Rodriguês)





               A todos Que Viéram Até Aqui Não Desanime, Seja Feliz, Feliz!!!!!!
 

domingo, 30 de outubro de 2011

Música no meu ouvido é?

Sim, AQUELA! Aquela que tocava enquanto vocês dois dançavam em meio a tantas outras pessoas, mas que naquele momento só existia vocês dois, ou quando vocês se beijavam dentro do carro no estacionamento do shopping parecendo que seria o último beijo, o último encontro. Lembra-se daquele jantar que ele preparou pra você, fez questão de escolher o repertório e ainda te chamou pra dançar em um clima mais que romântico, único e eterno?! Aposto que você lembra! Na verdade não tem como esquecer, a música é uma das formas mais eficazes de recordar momentos especiais. Quando você escuta, a sensação é de reviver tudo, com a mesma intensidade e satisfação. Às vezes você chora, abre aquele sorriso, pula, dança, se arrepia toda, pega o telefone e fala para o amado: AMOR, NOSSA MÚSICA TÁ TOCANDO AGORA!
Com inspirações nestes momentos mágicos resolvemos fazer um Playlist especial para os “lovers”, mas pra isso precisamos saber qual a música que marcou sua vida. Aquela música, sabe qual né?! Envie como comentário aqui no blog, tweet (@LojasArpel) ou mensagem na FanPage (facebook.com/LojasArpel) e participe do sorteio: Duas t-shirts DTA maravilhosas e unissex (uma para você e outra para seu amado). Bora, queremos escutar a sua música!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Enfrentando o Sofrimento

A vida é a professora mais implacável: primeiro dá a prova e depois a lição. C. S. Lewis disse que "Deus sussurra em nossos prazeres e grita em nossa dores".Como foi que Paulo enfrentou o sofrimento em sua vida ? Ao falar sobre esse assunto, ele não foi um teórico, mas pôde dizer:"eu trago no corpo as marcas de Cristo".(Gl.6.17)

1) Há um propósito divino em cada situação de dor.

No começo da carta, Paulo diz (2Co.1:3)que nosso sofrimento e a nossa consolação são instrumentos usados por Deus para abençoar. Deus está nos preparando para sermos consoladores de um mundo cada vez nessecitado.

2) O sofrimento pode ser um dom de Deus.

Temos  tendência de pensar que o sofrimento é algo que Deus faz contra nós e não por nós.O espinho de Paulo era uma dádiva, porque através desse incômodo, Deus o protegeu daquilo que ele mais temia - ser desqualificado espiritualmente (1Co 9.27). Ele sabia que o orgulho destroi. Viu-o como algo que Deus fez a seu favor e não contra ele.

3) A graça de Deus é suficiente nas horas de sofrimento. Deus está sempre presente.

Deus não deu a Paulo o que ele pediu, deu-lhe algo melhor, melhor que a própria vida: a sua graça. A graça de Deus é melhor que a vida, por que ela enfrentamos o sofrimento vitoriosamente.

           "Há um próposito divino
           em todo sofrimento!"

            "O sofrimento pode
          ser um dom de Deus!"

        "Nas horas de sofrimento
       a graça de Deus é suficiente!"

escrito:Arthur Rodrigues.
   

sábado, 17 de setembro de 2011

Nossas Atitudes Determinam o Nosso Sucesso Ou Os Nossos Fracassos

  "Atitude [...] é o nosso desejo pelo progresso. Suas raízes ficam no interior, mas seu fruto é exterior. É nossa melhor amiga, ou nossa pior inimiga. É mais honesta e mais consistente do que nossas palavras. É nossa visão de mundo, com base em experiências do passado. É algo que aproxima as pessoas de nós, ou que as repele. Nunca está satisfeita até que possa ser expressa. É a biblioteca de nosso passado. É a porta-voz de nosso presente. É a profetiza de nosso futuro" (John C. Maxwell).

   Enfim, atitude é algo que expressamos por meio de nosso comportamento, de nossa maneira de falar, agir e relacionar-nos, mas que também pode ser discernida sem que nenhuma palavra seja dita. Lembre-se das pessoas mal-humoradas, de cara feia. Mais do que isso, note aqueles que, pelo olhar, pelo sorriso ou pela fala, demonstram que estão de bem com a vida. Estes possuem uma alegria que contagia os que estão ao redor e o ambiente onde estão.

   O filósofo e psicólogo James Allen afirmou que "uma pessoa não pode mover-se interiormente e continuar imóvel por fora". Logo, aquilo que acontece no íntimo de todo ser humano, seja de bom ou de ruim, afetará o seu exterior. Por isso, a Bíblia é tão maravilhosa! Nela, é dito: Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as saídas da vida (Pv 4.23).

   Você já parou para pensar como é vital cuidar do seu interior, fazer uma auto-reflexão e conhecer-se melhor? Existem muitas pessoas que parecem estar bem exteriormente, mas o interior delas está desorganizado. E, muitas vezes, elas se perguntam: "por que não consigo relacionar-me firme com ninguém?"; "por que não consigo ser determinado nos meus objetivos espirituais, ando desanimado no trabalho, sem metas, e vejo o mundo de um modo pessimista?"

   Saiba que nós somos responsáveis por nossa visão de mundo. A Bíblia, há centenas de anos, já anunciava: Porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará (Gl 6.7). Nossa atitude em relação à vida que Deus nos tem dado ajuda a determinar o que nos acontece. É impossível estimar o número de empregos perdidos, de promoções não obtidas, de vendas não realizadas e de casamentos destruídos por causa de pensamentos e atitudes medíocres.

   Entretanto, todos os dias testemunhamos empregos obtidos, casamentos restaurados e pessoas bem-sucedidas, porque elas perceberam que são responsáveis pelo seu próprio comportamento e mudaram suas atitudes.
Como imaginou na sua alma, assim é (Pv 23.7). Que segredo maravilhoso! Deus está nos orientando a pensar coisas boas não só com relação à nossa vida, mas a todas as pessoas com quem nos relacionamos. E Ele nos motiva à mudança diariamente.

   Você pode ser uma pessoa melhor em todas as áreas de sua vida. Permita que Deus seja o Senhor da sua vida e dirija os seus passos. Tenha fé, determinação e coragem. Pense de maneira saudável e positiva. Aprenda a fazer declarações positivas. Isso o ajudará a acreditar em si mesmo e a mudar seus hábitos negativos.

   Exclua de sua mente frases negativas, do tipo "não posso", "duvido", "acho que não vai dar certo", "não tenho tempo", "talvez", "não acredito", "é impossível", "não é para mim". Diga: "posso", "irei", "espero o melhor", "arrumarei tempo", "estou confiante", "acredito que todas as coisas são possíveis, pois Deus é fiel".

   Que você se conscientize de que o sucesso ou o fracasso em sua vida estão em suas mãos. Tudo dependerá das suas escolhas e atitudes. Quer você tenha 20, 40, 50, 60 anos de idade, nunca é tarde demais para mudar de atitude. "A chave para uma boa atitude é a disposição de mudar".

Deus o abençoe!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

O medo do Amor

Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.

O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.


E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.


Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.


Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Nossas Escolhas


Nossas Escolhas

Cerca de 474 frases e pensamentos: escolhas

E o que é que ela vê nele? Nossos amigos se interrogam sobre nossas escolhas, e nós fazemos o mesmo em relação às escolhas deles. O que é, caramba, que aquele Fulano tem de especial? E qual será o encanto secreto da Beltrana?

Vou contar o que ela vê nele: ela vê tudo o que não conseguiu ver no próprio pai, ela vê uma serenidade rara e isso é mais importante do que o Porsche que ele não tem, ela vê que ele se emociona com pequenos gestos e se revolta com injustiças, ela vê uma pinta no ombro esquerdo que estranhamente ninguém repara, ela vê que ele faz tudo para que ela fique contente, ela vê que os olhos dele franzem na hora de ler um livro e mesmo assim o teimoso não procura um oftalmologista, ela vê que ele erra, mas quando acerta, acerta em cheio, que ele parece um lorde numa mesa de restaurante mas é desajeitado pra se vestir, ela vê que ele não dá a mínima para comportamentos padrões, ela vê que ele é um sonhador incorrigível, ela o vê chorando, ela o vê nu, ela o vê no que ele tem de invisível para todos os outros.


Agora vou contar o que ele vê nela: ele vê, sim, que o corpo dela não é nem de longe parecido com o da Daniella Cicarelli, mas vê que ela tem uma coxa roliça e uma boca que sorri mais para um lado do que para o outro, e vê que ela, do jeito que é, preenche todas as suas carências do passado, e vê que ela precisa dele e isso o faz sentir importante, e vê que ela até hoje não aprendeu a fazer um rabo-de-cavalo decente, mas faz um cafuné que deveria ser patenteado, e vê que ela boceja só de pensar na palavra bocejo e que faz parecer que é sempre primavera, de tanto que gosta de flores em casa, e ele vê que ela é tão insegura quanto ele e é humana como todos, vê que ela é livre e poderia estar com qualquer outra pessoa, mas é ao seu lado que está, e vê que ela se preocupa quando ele chega tarde e não se preocupa se ele não diz que a ama de 10 em 10 minutos, e por isso ele a ama mesmo que ninguém entenda.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Amizade na Adolescência

A Amizade

A solidão é o sentimento de não ser lembrado por ninguém. E atinge níveis insuportáveis quando se está só e com muita gente em volta. A adolescência é a fase em que se está mais sensível a estes aspectos. Por um lado tomamos conhecimento de nossa intimidade, e procuramos estar a sós para nos descobrirmos. Por outro lado sentimos necessidade de estar com os outros. O adolescente amadurece se consegue harmonizar este antagonismo.
A virtude da lealdade é normalmente o elo de ligação de uma turma. Por terem algo em comum, se sentem solidários e "vestem a camisa". É a turma do play, da rua, da praia, do futebol, etc... Defendem-se uns aos outros como defendemos o nosso time, o nosso colégio, a nossa rua, o nosso país.
Cada um dos componentes desta turma está amadurecendo interiormente, e purificando os próprios valores. O antagonismo acontece quando tais valores não se alinham aos da "turma". O risco que corremos é de nos deixar "corromper" pela opinião da maioria para sermos aceitos... para não nos sentirmos sós. E a turma, por vezes, é cruel. Se você não está com eles, então não lhes é "leal" e é repudiado. E este repúdio acontece pois o elo principal que une a turma é a lealdade e não a amizade.
Existem dois fatores que diferenciam a nossa relação com os nossos amigos da nossa relação com a turma. A primeira deles é a simpatia mútua, o que é coisa rara. É claro que, em uma turma, contamos nos dedos de uma mão aqueles com quem temos afinidade irrestrita.
E o que o adolescente descobre é que tem um tesouro dentro de si que não deve ser lançado aos quatro ventos. Somente alguns poucos são convidados a compartilhar deste tesouro... os nossos amigos.
Este é, inclusive, um condicionante para o surgimento de uma verdadeira amizade. O descobrimento da própria intimidade. Pois se não tivermos descoberto os valores que trazemos em nós, o que teremos a compartilhar? Por esta razão somente a partir da adolescência nascem as grandes amizades.
O segundo aspecto que diferencia a nossa relação com os nossos amigos da nossa relação com a turma, é o interesse que há pela melhora mútua. Os nossos amigos querem o melhor para nós!!! Se descobrem valores verdadeiros no outro, querem preservá-los e potencializá-los. E ambos crescem.
Que grande responsabilidade temos nós na escolha da "turma" com quem andamos!! O exercício da amizade se inicia na seleção daqueles aos quais abriremos nossa intimidade.
Não vamos nem supor que somos daqueles "maria vai com as outras" que entra na onda da turma para ser aceito por ela. Podemos ter alguma habilidade que nos faz aceito. E a nossa autoconfiança excessiva pode nos levar a crer que estaremos pouco sujeitos às influências daqueles valores que a turma compartilha... e com os quais não concordamos.
Corremos o risco de acontecer uma forte empatia com algum dos membros daquela turma. Aí abrimos nossa intimidade, e podemos terminar contaminados por aquela amizade inconveniente. E em vez de melhorarmos como pessoa, pioramos.
Um grande passo que dá o adolescente, apesar de chamar a todos de amigos, é reconhecer que existem aqueles que são companheiros de interesse em comum, e, dentre estes, alguns poucos que são nossos amigos de verdade, que são nossos torcedores incondicionais, que querem o melhor para nós, e que são capazes de, por nós, colocar a mão no fogo.
Amizade, uma grande criação de Deus. Quem tem um grande amigo desconhece o que seja a solidão!!!

domingo, 14 de agosto de 2011

O Rock Nas Igrejas Certo ou Errado?

O Rock Nas Igrejas Certo ou Errado?

  Gente na minha opinião o rock and roll em algumas igrejas é liberado, mas muitas pessoas fala que isso é um erro ou pecado, mas um simples termo chamado rock que para muita gente é um termo satânico, que em muitas bandas MUNDANAS pode ter mesmo esse termo.
  Mas na igreja isso é um mais um jeito de louvar e adorar a Deus.
  A música existe para adorar a Deus não á ritimos e nem batidas que possan mudar o valor de uma adoração, por exemplo eu gosto de rock and roll mas independente do que eu goste o verdadeiro motivo de louvar é adorar!

domingo, 31 de julho de 2011

Por Que Ser Diferente!?

Por Que Ser Diferente 

Diferente não é quem pretenda ser. Esse é um imitador do que ainda não foi imitado, nunca um ser diferente. Diferente é quem foi dotado de alguns mais e de alguns menos em hora, momento e lugar errados para os outros que riem de inveja de não serem assim. O diferente nunca é um chato. Mas é sempre confundido por pessoas menos sensíveis e avisadas. Supondo encontrar um chato onde está um diferente, talentos são rechaçados; vitórias, adiadas..... Esperanças, mortas. Um diferente medroso, este sim, acaba transformando-se num chato. Chato é um diferente que não vingou. Os diferentes muito inteligentes percebem porque os outros não os entendem. Diferente que se preza entende o porquê de quem o agride. O diferente paga sempre o preço de estar - mesmo sem querer - alterando algo, ameaçando rebanhos, carneiros e pastores. O diferente suporta e digere a ira do irremediavelmente igual, a inveja do comum, o ódio do mediano. O verdadeiro diferente sabe que nunca tem razão, mas que está sempre certo. O diferente começa a sofrer cedo, já no primário, onde os demais, de mãos dadas, e até mesmo alguns adultos, por omissão, se unem para transformar o que é potencial em caricatura. O que é percepção aguçada em: "puxa, fulano, COMO VOCÊ É COMPLICADO". O que é o embrião de um estilo próprio em: "você não está vendo como todo mundo faz?" O diferente carrega desde cedo apelidos que acaba incorporando. Só os diferentes mais fortes do que o mundo se transformaram nos seus grandes modificadores. Diferente é o que vê mais longe do que o consenso. O que sente antes mesmo dos demais começarem a perceber. Diferente é o que se emociona enquanto todos em torno, agridem e gargalham. É o que engorda mais um pouco; chora onde outros xingam; estuda onde outros burram. Quer onde outros cansam. Espera de onde já não vem. Sonha entre realistas. Concretiza entre sonhadores. Fala de leite em reunião de bêbados. Cria onde o hábito rotiniza. Sofre onde os outros ganham. Diferente é o que fica doendo onde a alegria impera. Fala de amor no meio da guerra. Deixa o adversário fazer o gol, porque gosta mais de jogar do que de ganhar. Os diferentes aí estão: enfermos, paralíticos, machucados, inteligentes em excesso, bons demais para aquele cargo, excepcionais, narigudos, barrigudos, joelhudos, de pé grande, de roupas erradas, cheios de espinhas, de mumunha ou de malícia . Artur da Távola * Alma dos diferentes é feita de uma luz além. Sua estrela tem moradas deslumbrantes que eles guardam para os pouco capazes de os sentir e entender. E....nessas moradas estão tesouros da ternura humana. De que só os diferentes são CAPAZES. 

quarta-feira, 20 de julho de 2011

A Música na Adolescência

“A música está muito presente nas nossas vidas (…). A música pesada, por exemplo, quando estou a estudar, consigo considerá-la boa música. Música a adormecer, música a acordar. (…) Todos temos a música sempre presente na nossa vida. Estamos sempre, sempre, a ouvir música” .
A omnipresença da música
A música, através dos sons e silêncios que lhe dão vida, entremeia tudo, em qualquer contexto, aparência ou forma. Até nós mesmos. Tantas vezes de modo imperceptível, subtil ou ignorado… por vezes de forma deliberada, apetecida ou apaixonada. No início era o Verbo… por estas ou por semelhantes palavras se alude, nas diversas concepções religiosas, à criação dos mundos ora conhecidos e aos acordes que os sustentam. “O universo é a canção do seu Criador”. Ao som (bem como à entoação), desde há muito que é reconhecido um poder criador… ou destruidor.

Para Pitágoras, Sócrates ou Platão, se nós conhecêssemos o acorde do nosso “ser mais íntimo”, da psyché ou alma, e nos sintonizássemos com Ele, logo harmonizaríamos o nosso corpo, o modo como pensamos e sentimos, em conformidade com esse Ser profundo que nos anima, tornando-nos perfeitos . Uma das nossas maiores dificuldades é ouvirmo-nos e discernirmos o que é harmonioso e engrandecedor, em lugar do que é dissonante, redutor e, eventualmente, patológico.
Música deriva de mousiké, liga-se ao templo ou à arte das musas, da qual todas as artes derivaram . Para Platão “a música é a filosofia dos deuses. Foi-nos dada, por causa da harmonia, pelas musas, como uma ajuda para a revolução íntima da alma, quando esta perdeu a sua harmonia, e para apoiar a restauração da sua ordem e a reconciliar consigo própria”. Mais tarde, um professor definiu-a assim: “A música é um fenómeno acústico para o prosaico; um problema de melodia, harmonia e ritmo para o teórico; e o desdobramento das asas da alma, o despertar e a realização de todos os sonhos e anseios de quem verdadeiramente a ama”.
A vida em si mesma é movimento e o movimento gera som. Então, a vida também é som e, num certo sentido, tudo é música. Daí ser natural comunicarmos pelo som. Qualquer coisa, objecto, ideação, ser, tanto ao nível do micro como do macrocosmos, é (uma forma de) energia, tem uma vibração própria caracterizada em particular por alguma nota ou acorde. Mesmo no silêncio, há algo de subtil que sempre vibra e permanece como um enigma silencioso por descobrir e despertar. Segundo o músico John Cage, “não existe silêncio total porque há sempre algo que emite um som”. E é “nesse silêncio” que podemos tentar escutar o ecoar “desse som primordial” em vias de se manifestar sensitivamente, até mesmo no olhar distante dos adolescentes que, indecisos, curiosos, perdidos ou receosos, hesitam em falar.
A verdade é que o silêncio precede sempre o som. Contudo, é filosoficamente inconcebível, tal como o nada ou o vazio. É somente ao aprendermos a escutar e ao começarmos a perscrutar o “silêncio interior” que iniciamos verdadeiramente o caminho de auto-descoberta e de alguma revelação (ainda que ínfima e fugidia) acerca de quem somos, do que somos, donde vimos e para onde vamos. Aos poucos começamos a entender o caminho que queremos realmente percorrer, com a estranha e incómoda sensação que é ao pensarmos e agirmos por dever (e não por atracção, repulsão… ou indiferença) que nos é oferecida uma sensação (agridoce) de liberdade.

“No Silêncio – só no Silêncio – no vazio que é repleto – só no vazio que é repleto – no nada que é tudo – só no nada que é tudo – há Liberdade”.
A premência da música na adolescência
Todos nós “navegamos” continuamente em múltiplos sons, mesmo se absortos em preocupações, ruídos e interferências típicas, nesta “sociedade do prazer, da informação e do conhecimento”, apressada e tecnologicamente dependente. Isso é habitualmente evidente num jovem adolescente, na sua ânsia de crescer, autonomizar-se e sentir-se livre. Sendo a adolescência um período caracterizado por grande inquietação, dúvidas existenciais essenciais, emoções cambiantes e momentos ora de desequilíbrio, ora de equilíbrio - num caminho fecundo de descobertas, sentimentos pulsantes e intensos, animado ao som da música -, e dada a relação tão íntima verificada entre as emoções e a música, é lógico que exista uma estreita ligação entre a adolescência e a música. Quem melhor do que os adolescentes - procurando entender o que a vida lhes transmite e na ânsia de sentir que estão mesmo a viver - realçará o que a música suscita? Como os poderemos compreender (e a todos nós…) se não conhecermos minimamente a música que ouvem e apreciam?**
Algumas práticas comuns na adolescência associam-se às chamadas culturas juvenis, relacionam-se em especial com a integração social de cada jovem, através da partilha e acúmulo de experiências e referências identitárias, bem como de disposições simbólicas, normativas, morais, ideológicas e culturais específicas. Entre estas destaca-se a música, essencial na formação da identidade pessoal e social, no estimular da sociabilidade e na socialização na adolescência. A música escutada em grupo, p.e. nos grandes concertos de rock, é um bom exemplo deste processo.
Num estudo recente verificou-se entre jovens portugueses dos 15 aos 29 anos, que apenas 1,1% diz nunca ouvir música! Perto de 50% prefere ouvir música agradável, alegre, divertida ou que descontraia; ao chegar a casa, 80% ouvem música e 70% estudam ou trabalham ao som da música. Um outro estudo revelou que 92,3% dos jovens ouve música todos os dias, tendo por hábito pôr a música a tocar em casa mas apenas cerca de 5% estão única e exclusivamente concentrados na música; para mais de 20% dos jovens inquiridos, a música é uma componente importante na sua formação como pessoa, sendo que 42% a associam a distracção e a prazer, e 22% dizem não poder viver sem ela; para 54% desses jovens, a música influencia a sua personalidade, enquanto quase 91% relevou a influência da mesma no seu estado de espírito (ou temperamento), quase 46% nos seus comportamentos, 53% nas atitudes, e cerca de 27% no seu aspecto visual .
Nalguns casos, a atenção dada pelos jovens à música poderá ser superada pelo tempo concedido à televisão, à internet, aos filmes ou aos jogos. Mas, em geral, a actividade de lazer mais comum entre os jovens adolescentes continua a ser ouvir música, não só nos tempos livres mas “no âmbito das actividades que estes adolescentes realizam, independentemente do contexto em que elas se realizam”. Por exemplo, numa investigação realizada também com jovens portugueses observou-se que para 30% a música é importante na sua vida, e para 50% é mesmo bastante/muito importante. Emerge assim com uma premência inquestionável, indissociável do actual quotidiano adolescente, e imprescindível no seu desenvolvimento emocional, mental, moral e social.

Efeitos da música, em especial, na adolescência
A sós, acompanhado ou em grupo, no quarto ou em grandes salas, em viagem, a trabalhar, a estudar, …, na rádio, na televisão, num cd, dvd ou na internet, em público (até no metro e nos autocarros), num local de convívio ou divertimento, …. a música pode escutar-se em qualquer momento. A tecnologia actual (portátil e sem fios) deixa o tema favorito ao alcance de um click.
A música, sendo muitas vezes escolhida conforme o que se sente no momento, influi sempre no estado emocional do ouvinte. Daí, também, a importância da música, e da Musicoterapia, no acompanhamento de certos adolescentes com dificuldades desenvolvimentais mas, sobretudo, como uma disciplina regular que se espera poder vir a ser implementada nas escolas, na educação global e integral da criança e do adolescente, para estimular a sua auto-descoberta, o desenvolvimento das suas potencialidades, a harmonia e uma melhor comunicação/interacção com o exterior.
“O Homem deve buscar a Música do futuro dentro de si mesmo mediante a comunhão com o seu próprio ser profundo ou espiritual e, por intermédio deste, com todo o universo. Encarada deste modo, a Música, baseada na compreensão da vida, da essência dos seres (…), mais fácil, definida e ostensivamente terá uma função terapêutica que, a pouco e pouco, se irá impondo. Ter-se-á em conta, cada vez mais, o efeito da Música, de cada tipo de musicalidade, de cada obra musical nas pessoas que a ouvem, e maior cuidado será posto na sua produção e na escolha da sua audição para cada um e para cada situação ou estado físico ou psíquico” .
Conforme a qualidade, intensidade, ritmo e frequência dos estímulos sonoros, a música tanto pode induzir efeitos edificantes e positivos como desestruturantes e negativos no ser humano . Quaisquer que sejam as circunstâncias e influências em que a música germina, sabemos há muito que ela veicula uma força poderosa, capaz de alterar a nossa percepção e cognição. Na infância incute efeitos duradouros no desenvolvimento psicológico, que se repercutem claramente na criança, no adolescente e, mais tarde, no adulto . Sabemos igualmente que alguns tipos de música ajudam a descontrair, acalmar ou dispor bem. E que músicas com um ritmo muito forte ou sincopado, ainda que sejam estimulantes, podem ter um efeito (no mínimo) dispersivo no sistema nervoso, dificultando a concentração ou descontracção.
Qualquer adolescente precisa de sentir-se ligado a si, a algo e a alguém, ser apreciado, estabelecer laços afectivos, comunicar e partilhar o que pensa e sente. A música pode ajudá-lo a reflectir, sonhar, vivenciar, imaginar ou exprimir o que sente, ainda que através da peça musical que ouve ou pelas palavras de outrem. E pode contribuir tanto para viver momentos de grande diversão ou exaltação, como para aliviar ou atenuar certas tensões e apreensões. Dada a sua forte associação com as emoções (como a euforia, a melancolia, a alegria ou a tristeza), a música pode também influenciar o comportamento, o funcionamento corporal e o estado psicológico ou emocional  do adolescente, servindo de via, refúgio ou suporte emocional, até nos períodos de isolamento ou incompreensão, ou funcionando como espelho de pensamentos, símbolos e sentimentos.
Dada a suposta relação de algumas músicas (e do seu conteúdo) com a criatividade e o desenvolvimento da sensibilidade e inteligência, por um lado, e com os distúrbios psicológicos, as condutas suicidas ou para-suicidas adolescentes, por outro, várias pesquisas têm sido efectuadas. É assim que as preferências musicais constituem um importante indicador para os técnicos de saúde, auxiliando-os nos cuidados primários a prestar .
O que continua por estudar é o efeito de músicas que, pela sua composição, ritmo, compasso e timbre, veiculam algumas qualidades associadas a quaisquer dos sete principais tipos de temperamento humano, ou às sete qualidades fundamentais da vida. “O músico do futuro penetrará no fundo de si mesmo e, em silêncio e calma, encontrará a musicalidade íntima do seu ser e dos outros seres” . Então a música será uma terapia aperfeiçoada.

Alguns comentários finais
A música é essencial no decorrer de toda a adolescência… e não só. Está presente em quase todos os momentos e circunstâncias. Oferta-nos um meio de nos darmos a conhecer (mutuamente), de nos ligarmos, equilibrarmos e harmonizarmos. Os gostos musicais dos adolescentes são como janelas que se nos abrem para o seu íntimo, para cada criança que ficou para trás e para o adulto em formação; reflectem aspectos da sua personalidade e da sua individualidade; dão-nos indícios importantes acerca das suas ideias e sentimentos, sobre si mesmos, os outros, … a vida. Em qualquer estilo, a (boa) música, supera a limitação das palavras, reflecte muito sobre quem a compôs e não menos sobre quem a refere ou escuta, atentamente. Pela música, o ouvinte e o músico dão lugar a algo maior, que os liga entre si, no plano afectivo e no abstracto, tal como sucede com o amor. “Transforma-se o ouvinte na música ouvida”.
É importante encontrar a oportunidade de escutar os adolescentes sobre o que mais gostam de ouvir, o que os leva a essas preferências, que motivações têm, o que pensam sobre o que ouvem, o que as músicas lhes fazem sentir. Aprender música, ou sobre música, implica, antes de mais, saber escutar. E aprender a escutar é, certamente, dos desafios mais difíceis que nos são proporcionados.
A música pode ter um grande poder e influência na vida humana, na disposição emocional, na terapêutica de certas doenças, na prevenção dos actos (para)suicidas, no bem-estar, relaxamento e concentração, no desenvolvimento da inteligência, do pensamento abstracto, da sensibilidade e das capacidades criativas, … na educação.
O ensino tem sido muito mais voltado para a instrução do que para a educação. É essencial contribuirmos mais para novos modelos de educação, mais justos, correctos e edificantes. A música pode realmente ajudar o indivíduo a sintonizar-se consigo mesmo, com a chama que o anima; pode estimulá-lo a descobrir-se, a encontrar, manifestar e desenvolver o que de melhor já existe no seu íntimo; pode auxiliá-lo a transcender-se e a catapultá-lo para além dos seus limites, libertando-o dos grilhões que tantas vezes o amordaçam em deveres repetitivos, redutores ou mesquinhos, em casa ou na escola. Ora, isto é particularmente vital na infância e na adolescência. Como escreveu um dia Agostinho da Silva, “chegou o tempo de nos prepararmos para as novas viagens, que o soltar das amarras vem aí” . Que venha mesmo. Insuflado pelo vento superior, ao sabor da música!
Os trabalhos com sons e música, a educação musical e a musicoterapia, adaptados às características psicológicas de cada jovem (de acordo com o seu temperamento e estado de desenvolvimento individual), podem associar-se a técnicas de concentração, meditação ou visualização criativa, e aliar-se com outras práticas (individuais ou grupais), artes e ciências. É necessário envolver os pais, professores e todos os agentes do ensino em geral. Educar não é levar alguém a ser algo que outrem deseja ou lhe projecta, não é moldar e muito menos violentar a potencialidade de um jovem ou influir na sua orientação futura; é, sim, dar meios de expressão à sua criatividade e capacidade de comunicação e concretização, é ajudá-lo no caminho, apoiando-o e incitando-o sem o direccionar abusivamente. A música na escola é uma disciplina essencial.
O adolescente, em fase de descoberta intensa e oscilante vivência emocional, tem que romper certas ilusões, desenvolver o raciocínio abstracto, encontrar um ritmo próprio, um equilíbrio e um acorde ou harmonia interior, que o leve a percorrer o (longo) caminho escolhido e auxilie na premência de encontrar (alguma explicação para) o sentido da Vida.
A música é indispensável em todo este movimento evolutivo, a nível individual, grupal e social. Até a Humanidade, como se estivesse também a passar por um período de adolescência, parece despertar lentamente para os grandes problemas que afectam o mundo, num movimento contínuo. Afinal, a vida é, em si mesma, movimento e música.
“A música é a grande síntese de todas as artes, (…) é a mais perfeita representação do Verbo divino”.Mas é também uma ciência, que se deve apreciar pela emoção e compreender pela inteligência. O músico que penetra no fundo de si mesmo tenta encontrar a musicalidade íntima do seu ser e de todos os seres. Num sentido profundo, poderemos nós abordar a vida sem nos referirmos à música? A música revela a ordem magnificente do cosmos e, por analogia, de cada adolescente, de cada um de nós. Conseguiremos escutá-la?

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Qual a Relação Entre a Musica e a Tecnologia

Tecnologia e Musica:
A tecnologia na música se refere a todas as formas de tecnologia envolvidas com a música, e particularmente ao uso de dispositivos eletrônicos e de software para nas etapas de composição, gravação, armazenamento e execução de música.
A simples possibilidade de passar as notas de uma composição musical para um pedaço de papel, de se distorcer o som de uma guitarra, ou propagar vozes através de um microfone, são consideradas tecnologias aplicadas na música. Tecnologias essas que evoluiram de tal maneira, que quando comparadas com o leque de recursos que existem hoje, passam despercebidas. Uma vez que os equipamentos atuais nos permitem produzir músicas completas utilizando apenas alguns botões.

Historia:
Desde 1860, o homem tem tentado produzir e gerar sons sintéticos que complementassem e diversificassem os instrumentos de natureza acústica. Em 1876, um inventor americano descobriu que poderia controlar o som a partir de um circuito eletromagnético e gerar, assim, uma nota musical diferenciada. Uma das grandes invenções aparece em 1917, na Rússia: o teremim, que usa circuitos eletrônicos para criar sons audíveis.
Já na década de 1930 é inventado o primeiro gravador de fita magnética, o magnetofone. O progresso de evolução ganha outro destaque em 1948, em Paris, quando o pesquisador.

Yago Gecy:
Yago Gecy com 15 anos sistematiza sua pesquisa sonora e a denomina música concreta, em que efeitos de gravações e manipulação sonora eram a base estética. Mas a experiência de maior expressão do ponto de vista da sistematização de idéias sobre tecnologia e música acontecem logo em seguida na Alemanha em 1952, quando pesquisadores usam e desenvolvem um novo conceito estético em que sons são sintetizados ou gerados utilizando-se aparelhos eletrônicos. A partir daí, com a evolução e o aperfeiçoamento desses equipamentos e objetos técnicos, pode-se produzir músicas com o uso de objetos não naturalizados instrumentos. Isso porque o próprio tempo fez o homem naturalizar um violão ou um piano como invenções musicais, diferente do computador que, por exemplo, não foi concebido para ser uma dessas invenções, mas que recebeu novas atribuições que podemos considerá-lo, entre outras coisas, um instrumento musical.

Produção musical:

Actualmente existem inúmeros e interessantes recursos para se trabalhar com áudio e edição musical. Existem também softwares específicos para confecção e edição de partituras, além de programas exclusivos para gravação em estúdios e para lidar com áudio e vídeo. Neste ramo a informática tem surpreendido a cada dia com novas soluções. Porém, a música aliada a tecnologia não altera somente processos de produção e edição, mas também seus diversos suportes onde pode ser aplicada e sua maneira de como é distribuída.
Com a tecnologia digital todas as etapas de uma produção musical podem estar disponíveis a um único profissional, a baixo custo, cabendo apenas a este, o estudo das técnicas de manipulação dos objetos sonoros durante o processo de criação, desenvolvimento e finalização. Assim, essa evolução estreita a distância entre o ouvinte, o compositor e o produtor musical, viabilizando recursos que antes eram restritos à profissionais altamente especializados.

sábado, 25 de junho de 2011

O que é musica?

A música é celeste, de natureza divina e de tal beleza que encanta a alma e a eleva acima da sua condição.

A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides

Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas 
É um filme de 2011 dirigido por Rob Marshall. É o quarto filme da série Pirates of the Caribbean, distribuído pela Walt Disney Pictures, produzido por Jerry Bruckheimer e estrelado por Johnny Deep, Penélope Cruz, Ian McShane, Geoffrey Rush, Kevin McNally, Àstrid Bergès-Frisbey, Sam Claflin, Gemma Ward e Richard Griffiths.
O filme foi anunciado em 2008 e as filmagens começaram em junho de 2010. Diferente dos filmes anteriores, que foram filmados em locações no Caribe, On Stranger Tides foi filmado em locação no Havaí. Seu enredo é inspirado no livro On Stranger Tides, de Tim Powers - que já havia inspirado o jogo The Secret of Monkey Island, da LucasArts - e apresenta o Capitão Jack Sparrow procurando a Fonte da Juventude e confrontando o lendário pirata Barba Negra. É o primeiro filme da série a ser dirigido por Rob Marshall, e não por Gore Verbinski. Também é o primeiro a mostrar versões ficcionais de figuras históricas, como Barba Negra, Jorge II da Grã-Bretanha, Henry Pelham e Fernando VI da Espanha. Estreou em 20 de maio de 2011, em Disney Digital 3-D e IMAX 3-D, além das versões normais de duas dimensões e IMAX.
On Stranger Tides obteve a maior estreia internacional da história do cinema até seu lançamento, com US$256,3 milhões durante seus primeiros cinco dias de exibição fora dos Estados Unidos, superando Harry Potter e o Enigma do Príncipe.

Sinopse:

Jack Sparrow (Johnny Depp) está a procura da Fonte da Juventude. Ele reencontra uma mulher do seu passado chamada Angelica (Penélope Cruz), mas o pirata fica na dúvida se é amor ou se ela o está usando para encontrar a fonte. Quando ela o força a embarcar no Queen Anne's Revenge, o navio do lendário pirata Barba Negra (Ian McShane), o capitão Sparrow se encontra numa inesperada aventura em que não sabe a quem deve temer mais, Barba Negra ou Angelica. Com a ajuda de um velho rival, Barbossa (Geoffrey Rush), que agora é um corsário a serviço do reino da Inglaterra, e que está a procura de vingança contra Barba Negra, por ter afundado o Pérola Negra, eles enfrentarão sereias, maldições e o reino da Espanha para obter a Fonte da Juventude. Jack Sparrow, conta também com ajuda de seu fiel, melhor amigo, Joshamee Gibbs (Kevin McNally).

Elenco:


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